Que os passos ecoem na casa ao lado é o que peço.
Que alguém traga algo para beber, pois estou com sede.
Que oucam tudo o que é imoral, que corrompam os ideais e façam novos, como novos também foram estes velhos valores.
Ainda resta salvação, não peço que espere, estamos longe de qualquer retorno ao seio da ignorância "cabida" que precisamos, mas alguns teimam ao ouvir os mesmos passos que eu.
O que dizer deste novo vazio que a carne suplanta em nossas idéias famigeradas, desfiguradas pelo tempo e ruidos alheios de alguma espécie que já fora humana por demasia.
Assinar:
Postar comentários (Atom)

3 comentários:
O que dizer do coração gélido, da alma lavada e esburacada, desbotada pelo próprio poder? Pensarte-a em humanos. Quererme-eis ser natureza. E não há mais como separar, tua sede é olvidada, tua carne estraga em tempo para não mais lhe dar o joelho a torcer. E nem os braços.
Não almejo ser-lo. Porque 'querer-me-eis ser natureza?' Apenas peço companhia.
Kd vc hein?
foi simbora e nem me avisou!
Bora movimentar isso aqui!
Postar um comentário