Salut ( Saudações)

Enfim volto... " Os olhos volvo para os livros e observo-me pigmeu e pequenino" Para que não se retenham nossos pensamentos!

Robert Allen Zimmermman

Robert Allen Zimmermman
Haverá alguém maior que este mero cidadão nascido em Duluth (Mineápolis) à 24 de maio de 1941, localizado no condado de Minessota? Neto de Judeus/Alemães e que cresceu como um meninote mentiroso? Pois bem, este rapaz (falo em tom de promotoria) foi um dos responsáveis pelas revoluções musicais ocorridas a partir do século XX. Não me venham com essa de Rolling Stones, The Beatles, Elvis Presley ou Robert johnson (na ordem do último ao primeiro). Todos estes meros mortais tiveram um papel fundamental em todo esse processo de criação de liberdade que hoje, - Início do século XXI podemos experimentar. Mas este jovem rapaz que carregou sobre suas costas o peso e toda a carga de responsabilidade de adotar o nome do poeta falecido "Dylan Thomas" e após um início com uma música de protesto, conseguiu incorporar a música folclórica norte américana, que tinha grandes nomes na época, ao Rock, movimento que se espalhou na década de 60 e 70 com bandas como The Beatles e Rolling Stones. Hoje o vemos como o segundo melhor artista de todos os tempos, atrás apenas dos "Beatles", mas se formos analizarmos de perto, me perdoem mas Sir John Winston Ono Lennon, Sir James Paul McCartney, Sir Richard Starkey Jr, e Sir George Harold Harrison, individualmente vocês não tem tanta veia musical quanto o nosso amigo judeu. Talvez você, John, possa figurar ao lado do Zimmermman, mas ao analizar o meio e a história dos dois, percebemos que enquanto o "Beatles" brincavam com o submarino amarelo numa sociedade inglesa fantasiada e com o apoio de gravadoras e impresários, formando assim uma banda com o carater comercial, o meninote mentiroso de Mineápolis começara sua carreira com um disco que vendera a exorbitante (para não falar "Esdrúxula") nota de 5 mil discos. Bem, depois de alguns anos de luta e sempre remando contra a maré, estamos hoje vendo o Bob sem a rouquidão que lhe era apreciada aos 20 anos, fazendo sucesso em todos os palcos que pisa. O que dizer deste cara? Quando penso nisso só consigo me lembrar de 1963, quando a minha alma numa encarnação passada, ouviu pela primeira vez: As respostas estão soprando no vento. "Blowin' In The Wind" foi o grito de uma sociedade altruísta que se destruia com a guerra civil. E se analizarmos o fato do mesmo recusar este título de cantor de protesto, suas músicas fortaleceram dezenas de milhares que lutavam pela paz. Que Viva, que seja vaiado em Newport, para que enfim, um dia morra e seja eternizado pela sua gaita desafinada.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Como diz o amigo: Da judiciosa certeza!

Falta-me tempo, - Isso é notório.




Passei mais uma noite sem sucesso tentando transformar planos falíveis, ingênuos e até certos pontos idiotas, em mais uma cartada exitante. Já não sei o que fazer dos dias em que se passam estes momentos. Chega até a parecer-me estranho desejar com tanta veemência uma garrafa de vinho, um pouco de música misturada com uma prosa fácil com os amigos. Que desejo misterioso é este de conhecer pessoas novas e reconhecer as velhas amizades, de saber coisas novas sobre os antigos e passear em novos ares? Absurso, e até certo ponto: Suspeito!

Ando lendo algo mais, reviro páginas intermináveis dia após dia, meus pensamentos se evadem como se não me pertencessem e fico aqui como a quem tudo destrói, - Doce vilão ébrio.
Tomo notas, escrevo nomes, e o receio da prisão me sufoca, preciso andar. De lado à outro e mesmo sem espaço, submeto-me à esta amarga canseira cotidiana regada pelo ócio de alguns pensamentos futéis e amiúdes. Então, passado algum tempo, recorto figuaras tentando montar recordações de um tempo que nem me recordo ou que nunca existiu em meu seio. Volto-me então para às idéias, - Os planos! Como são fáceis, apenas penso Ypiranga X Galícia, -Estou condenado, eis mais um fato!

Estralo os dedos em frente ao teclado do computador, e com uma dor puta, cometo o crime, - O sacrilégio está consumado!
Em dias quentes me sinto indisposto, e neles prefiro nem pensar, -Falta-me o ar. Sendo assim recolho-me da insensatez e deixo apenas livres os atos que não são meus. Observo-os como agem, o que falam, ou se são apenas pensamentos. Alguém será como eu? Alguém te convidou para ver Galícia e Ypiranga? Nisso tendeu-me esta rebeldia, - Era para me calar! Dias após pensar em vinho, música e amigos, me vi contigo, sem o "migo", apenas para sê-lo o inefável sem o ser.


Espero incansadamnte e dos amigos tendencionarei fazer parte.



Magno Eugène

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