Serena
Precisarei descrever todos os meus atos para que me sinta livre.
Agonia, insônia e um pouco de receio pelos fatos que tardam. Que horas são? Acordei atento e pensei que algo tinha caído, pois o grito ecoou longamente pela sala desordenada - tomaram conta de minha cama, perdi meu ninho! Recostei-me no canto mais frio e cobrir-me o juízo com frases que não diziam nada além da louquidão do meu pensar. Assim seguiu a madrugada, horas a fio de sono inconstante e pensamentos incoerentes a mim mesmo, estou enlouquecendo.
Amanheceram-me para a perdidão, fiquei solto de lado á outro sem saber o que fazer e como é triste essa agonia. Onde estão meus amigos, fico a me perguntar. Tão melhor seria ser só, tão somente, sem desejo, sem espera, sem silêncio.
Agora canto ao pássaro cor de pavão. Entoou com voz serena aquilo que guardei em mim, tudo o que era belo, triste e sereno.
Assim espero esta nova noite.
“Em negras nuanças lúgubres e aziagas,
Vejo terribilíssimas adagas
Atravessando os ares bruscamente" (Lorca)
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Voltei
Esperem-me, ainda vivo. E desta nova carrego alguns desejos e mais alguns anseios. O universo fica ao lado, ou quem sabe, aqui mesmo. Volto cadente, pensante e pulsante, ao mesmo tempo.
Volto com novas, novidades. Conheci alguém "charme et simple", mas ainda tem medo, ela se esconde. Devo mostrá-la o meu lado?
- Desejo, mas (sempre haverá um mais), não posso.
Serei sereno, serenamente, sei que ela descobrirá o porque de sentir.
" Qual o sentido de viver?
O que fazer pra ser feliz?
Qual a razão de saber
o que o teu coração não diz?"
(Catedral)
Volto com novas, novidades. Conheci alguém "charme et simple", mas ainda tem medo, ela se esconde. Devo mostrá-la o meu lado?
- Desejo, mas (sempre haverá um mais), não posso.
Serei sereno, serenamente, sei que ela descobrirá o porque de sentir.
" Qual o sentido de viver?
O que fazer pra ser feliz?
Qual a razão de saber
o que o teu coração não diz?"
(Catedral)
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Convite à festa
Que os passos ecoem na casa ao lado é o que peço.
Que alguém traga algo para beber, pois estou com sede.
Que oucam tudo o que é imoral, que corrompam os ideais e façam novos, como novos também foram estes velhos valores.
Ainda resta salvação, não peço que espere, estamos longe de qualquer retorno ao seio da ignorância "cabida" que precisamos, mas alguns teimam ao ouvir os mesmos passos que eu.
O que dizer deste novo vazio que a carne suplanta em nossas idéias famigeradas, desfiguradas pelo tempo e ruidos alheios de alguma espécie que já fora humana por demasia.
Que alguém traga algo para beber, pois estou com sede.
Que oucam tudo o que é imoral, que corrompam os ideais e façam novos, como novos também foram estes velhos valores.
Ainda resta salvação, não peço que espere, estamos longe de qualquer retorno ao seio da ignorância "cabida" que precisamos, mas alguns teimam ao ouvir os mesmos passos que eu.
O que dizer deste novo vazio que a carne suplanta em nossas idéias famigeradas, desfiguradas pelo tempo e ruidos alheios de alguma espécie que já fora humana por demasia.
terça-feira, 27 de abril de 2010
Embriaguez da Lua
Seis da tarde o luscofúsco me desprende da morbidez do dia.
Em tons pastéis imagino teu sorriso, e,
Logo depois sou libertado por tua luz.
Oh Lua, minha deusa!
Como és bela em São Salvador!
Apaixonada pelo outono
Foi como da vez primeira
Com senha, esperando por teu sorriso.
Assim te vi,
E observei sem cessar!
Magno Eugène
sábado, 24 de abril de 2010
Ode à Lua
“Por onde anda a Lua morena dos olhos meus?”
Pelo singelo silêncio do até breve
Te vi perdida em pensamentos meus.
Tentei gritar, e por mais que conseguisse
Sei que não se prendem teus ouvidos,
Nem teus olhos,
Ao brado meu.
Sozinho enfim, assim fiquei.
E no vazio dos pensamentos ilusórios
Foges até dos meus próprios sonhos.
Os olhos então volvo para o céu
E procurando-te neste infinito
Alimento-me com a busca.
Minha mente devaga, logo desisto, já é tarde.
Volto á lucidez e, enfim percebo:
Não és Lua minha, outro céu tens que iluminar!
Falei de ti á mim
E com tais dizeres aliviei meu pranto,
E hoje, alegremente,
Olho para o céu e te imagino
Linda como da vez primeira:
Rosa branca, amarela, vermelha ou verde?
Não precisa ser rosa para ser;
Rosa bela como és!
Tanto faz se não te vejo,
Se não te tenho,
Se não me amas...
Não tens culpa pelo silêncio de teus braços.
Então me refaço
E, ao teu lado sigo.
Sofro apenas por saber: “Não ser eu,nem meus dizeres”
Por estar longe.
Por ter que um dia te esquecer: “Mesmo estando teu sorriso para sempre em mim”
E por fim: Longe de ti, passar dos anos. “E enfim morrer!”
Magno Eugène
Pelo singelo silêncio do até breve
Te vi perdida em pensamentos meus.
Tentei gritar, e por mais que conseguisse
Sei que não se prendem teus ouvidos,
Nem teus olhos,
Ao brado meu.
Sozinho enfim, assim fiquei.
E no vazio dos pensamentos ilusórios
Foges até dos meus próprios sonhos.
Os olhos então volvo para o céu
E procurando-te neste infinito
Alimento-me com a busca.
Minha mente devaga, logo desisto, já é tarde.
Volto á lucidez e, enfim percebo:
Não és Lua minha, outro céu tens que iluminar!
Falei de ti á mim
E com tais dizeres aliviei meu pranto,
E hoje, alegremente,
Olho para o céu e te imagino
Linda como da vez primeira:
Rosa branca, amarela, vermelha ou verde?
Não precisa ser rosa para ser;
Rosa bela como és!
Tanto faz se não te vejo,
Se não te tenho,
Se não me amas...
Não tens culpa pelo silêncio de teus braços.
Então me refaço
E, ao teu lado sigo.
Sofro apenas por saber: “Não ser eu,nem meus dizeres”
Por estar longe.
Por ter que um dia te esquecer: “Mesmo estando teu sorriso para sempre em mim”
E por fim: Longe de ti, passar dos anos. “E enfim morrer!”
Magno Eugène
Introspecção Adaptada
No silêncio das horas idas
Encontro o esquecimento.
E no murmúrio das que ainda virão
Deparo-me com a lei fundamental do universo:
A espera.
“Eis um pequeno fato”
Você não existiu, mas como de costume
Me consumiu.
Como pode ser então
Que se não existe consome?
CONSOME! E SOME!
Deixando a esmo todo meu penar.
Minha doce ilusão!
Alguma fantasia
E nenhum arependimento,
Eis o meu(teu) engano.
Pois nem sequer existimos.
E se existimos em nós, ou um no outro,
Não apreciamos o sê-lo.
"Um quase fato!"
Eis o momento da fadiga
Morre uma parte em mim
E espera esta reconstrução.
Mostrar-me-ei-devia-então-serenamente
Se não assim, tão sem fim
Evitando-te vais.
CONSOME! SOME!
É o que quer
Não mais duvido,
Deixas-te aqui
Entre sombrios escombros
Esta redenção desapropriada.
De Bárbara Milanez, Adaptado por Magno Eugène
Encontro o esquecimento.
E no murmúrio das que ainda virão
Deparo-me com a lei fundamental do universo:
A espera.
“Eis um pequeno fato”
Você não existiu, mas como de costume
Me consumiu.
Como pode ser então
Que se não existe consome?
CONSOME! E SOME!
Deixando a esmo todo meu penar.
Minha doce ilusão!
Alguma fantasia
E nenhum arependimento,
Eis o meu(teu) engano.
Pois nem sequer existimos.
E se existimos em nós, ou um no outro,
Não apreciamos o sê-lo.
"Um quase fato!"
Eis o momento da fadiga
Morre uma parte em mim
E espera esta reconstrução.
Mostrar-me-ei-devia-então-serenamente
Se não assim, tão sem fim
Evitando-te vais.
CONSOME! SOME!
É o que quer
Não mais duvido,
Deixas-te aqui
Entre sombrios escombros
Esta redenção desapropriada.
De Bárbara Milanez, Adaptado por Magno Eugène
Primeiro álbum de Robert Allen Zimmerman.
01. You're No Good
02. Talkin' New York
03. In My Time of Dyin'
04. Man of Constant Sorrow
05. Fixin' to Die
06. Pretty Peggy-O
07. Highway 51
08. Gospel Plow
09. Baby, Let Me Follow You Down
10. House of the Rising Sun
11. Freight Train Blues
12. Song to Woody
13. See That My Grave Is Kept Clean
Entitulado com o seu homônimo “ Bob Dylan” (Nome este que começou a usar logo após a sua primeira ida a capital de Minessota onde nasceu, Minneapolis. Dizem algumas biografias que seu nome artístico é homenagem ao poeta americano Dylan Thomas (1924-1953), mas certa vez, perguntado sobre isso, riu e disse que era o contrário: Dylan Thomas é que escolhera o nome em homenagem a ele, Bob.)
Começou se apresentar em 1959, apresentando em bares pela noite. matriculado então no curso de Artes da Universidade local, o então Judeu de família E, no dia 11 de Abril de 1961, foi então convidado para abrir o show do grande John Lee Hooker. (Nota-se que aos 20 anos de idade o “meninote mentiroso” chegara à um posto pleiteado por muitos: Fazer a abertura de um show de um dos maiores cantores de “Blues” , conta-se ainda que neste mesmo ano ele foi visitar Woody Guthrie, o maior nome do Folk norte-americano na época. Pois bem, logo após este show de 11 de abril, Dylan é procurado pelo produtor John Hammond para um contrato com a Columbia Records, contrato esse que lhe rendera o seu primeiro álbum. Foi imitando Woody Guthrie – no repertório, no estilo de tocar o violão, na forma de tocar a gaita, sempre presa a um suporte junto à boca, na voz anasalada, fanhosa, meio rouca. Das 13 músicas do LP Bob Dylan a maioria é puro folk, muitas delas tradicionais, de domínio público. Duas apenas são composições de Dylan: uma, um talking blue, mais falada do que cantada, bem ao estilo de Guthrie, “Talkin’ New York”; e outra, “Song to Woody”, uma declaração de amor e respeito a seu mestre e ídolo. Fracasso total, apenas 5,000 cópias vendidas. Mas para Dylan isto era apenas o começo! Este diosco foi gravado em estúdio, usando apenas dois microfones (um para o violão, outro para a gaita e o vocal), lançado em março do ano seguinte. Com um repertório que o jovem cantor e compositor costumava apresentar em cafés, o disco vendeu menos de cinco mil cópias, e Dylan chegou a ser chamado de "a mancada de Hammond".
Por Magno Eugène
sexta-feira, 23 de abril de 2010
O inimigo - de Charles Baudelaire
A mocidade foi-me um temporal bem triste,
Onde raro brilhou a luz d'um claro dia;
Tanta chuva caiu, que quase não existe
Uma flor no jardim da minha fantasia.
E agora, que alcancei o outono, alquebrantado,
Que paciente labor não preciso — ai de mim! —
Se quiser renovar o terreno encharcado,
Cheio de boqueirões, que é hoje o meu jardim!
E quem sabe se as flor's ideais que ora cubiço
Iriam encontrar no chão alagadiço
O preciso alimento ao seu desabrochar?
Corre o tempo veloz, num galope desfeito,
E a Dor, a ingente Dor, que nos corrói o peito,
Com nosso próprio sangue, a crescer, a medrar!
Onde raro brilhou a luz d'um claro dia;
Tanta chuva caiu, que quase não existe
Uma flor no jardim da minha fantasia.
E agora, que alcancei o outono, alquebrantado,
Que paciente labor não preciso — ai de mim! —
Se quiser renovar o terreno encharcado,
Cheio de boqueirões, que é hoje o meu jardim!
E quem sabe se as flor's ideais que ora cubiço
Iriam encontrar no chão alagadiço
O preciso alimento ao seu desabrochar?
Corre o tempo veloz, num galope desfeito,
E a Dor, a ingente Dor, que nos corrói o peito,
Com nosso próprio sangue, a crescer, a medrar!
Como diz o amigo: Da judiciosa certeza!
Falta-me tempo, - Isso é notório.
Passei mais uma noite sem sucesso tentando transformar planos falíveis, ingênuos e até certos pontos idiotas, em mais uma cartada exitante. Já não sei o que fazer dos dias em que se passam estes momentos. Chega até a parecer-me estranho desejar com tanta veemência uma garrafa de vinho, um pouco de música misturada com uma prosa fácil com os amigos. Que desejo misterioso é este de conhecer pessoas novas e reconhecer as velhas amizades, de saber coisas novas sobre os antigos e passear em novos ares? Absurso, e até certo ponto: Suspeito!
Ando lendo algo mais, reviro páginas intermináveis dia após dia, meus pensamentos se evadem como se não me pertencessem e fico aqui como a quem tudo destrói, - Doce vilão ébrio.
Tomo notas, escrevo nomes, e o receio da prisão me sufoca, preciso andar. De lado à outro e mesmo sem espaço, submeto-me à esta amarga canseira cotidiana regada pelo ócio de alguns pensamentos futéis e amiúdes. Então, passado algum tempo, recorto figuaras tentando montar recordações de um tempo que nem me recordo ou que nunca existiu em meu seio. Volto-me então para às idéias, - Os planos! Como são fáceis, apenas penso Ypiranga X Galícia, -Estou condenado, eis mais um fato!
Estralo os dedos em frente ao teclado do computador, e com uma dor puta, cometo o crime, - O sacrilégio está consumado!
Em dias quentes me sinto indisposto, e neles prefiro nem pensar, -Falta-me o ar. Sendo assim recolho-me da insensatez e deixo apenas livres os atos que não são meus. Observo-os como agem, o que falam, ou se são apenas pensamentos. Alguém será como eu? Alguém te convidou para ver Galícia e Ypiranga? Nisso tendeu-me esta rebeldia, - Era para me calar! Dias após pensar em vinho, música e amigos, me vi contigo, sem o "migo", apenas para sê-lo o inefável sem o ser.
Espero incansadamnte e dos amigos tendencionarei fazer parte.
Magno Eugène
Passei mais uma noite sem sucesso tentando transformar planos falíveis, ingênuos e até certos pontos idiotas, em mais uma cartada exitante. Já não sei o que fazer dos dias em que se passam estes momentos. Chega até a parecer-me estranho desejar com tanta veemência uma garrafa de vinho, um pouco de música misturada com uma prosa fácil com os amigos. Que desejo misterioso é este de conhecer pessoas novas e reconhecer as velhas amizades, de saber coisas novas sobre os antigos e passear em novos ares? Absurso, e até certo ponto: Suspeito!
Ando lendo algo mais, reviro páginas intermináveis dia após dia, meus pensamentos se evadem como se não me pertencessem e fico aqui como a quem tudo destrói, - Doce vilão ébrio.
Tomo notas, escrevo nomes, e o receio da prisão me sufoca, preciso andar. De lado à outro e mesmo sem espaço, submeto-me à esta amarga canseira cotidiana regada pelo ócio de alguns pensamentos futéis e amiúdes. Então, passado algum tempo, recorto figuaras tentando montar recordações de um tempo que nem me recordo ou que nunca existiu em meu seio. Volto-me então para às idéias, - Os planos! Como são fáceis, apenas penso Ypiranga X Galícia, -Estou condenado, eis mais um fato!
Estralo os dedos em frente ao teclado do computador, e com uma dor puta, cometo o crime, - O sacrilégio está consumado!
Em dias quentes me sinto indisposto, e neles prefiro nem pensar, -Falta-me o ar. Sendo assim recolho-me da insensatez e deixo apenas livres os atos que não são meus. Observo-os como agem, o que falam, ou se são apenas pensamentos. Alguém será como eu? Alguém te convidou para ver Galícia e Ypiranga? Nisso tendeu-me esta rebeldia, - Era para me calar! Dias após pensar em vinho, música e amigos, me vi contigo, sem o "migo", apenas para sê-lo o inefável sem o ser.
Espero incansadamnte e dos amigos tendencionarei fazer parte.
Magno Eugène
domingo, 19 de julho de 2009
Incontento
Escrever enquanto resta tempo, esse é o dilema!
Na solidão da plataforma fria
Sentado a esmo entre tantas pernas
Cá estou.
Há um silêncio que repúdio em meu ser
E de tanto vazio que existe
Até meu canto se transforma em agonia.
Será esta mais uma simples elegia?
Na solidão entre as rodas meu crepúsculo se funde,
E vago fico entre pensamentos amiúdes.
Será que existem acentos entre os bancos desta nova rodovia?)
Ainda restará alegria neste lugar sombrio? Fico a pensar...
Não sei!
Queria chão, vida e ar,
Mas fico perdido a vagar;
Queria fugir da morte, me esconder entre os devaneios desta nova sorte,
Mas me pego a pensar em sentimentos pequeninos
Que são tão grandes quanto eu nesta rodovia.
Mas aonde estão Chico, Cèzzar e Caetano?
Aonde está o meu sorriso deste outono?
- Nas nuvens passageiras meu caro rapaz, em em todas aquelas que um dia você deixou para traz!
Magno Eugène
Incontento (2)
És a doce melodia profanada em versos insanos.
Versos que ousam dizer 'te amo'
Mas que diante da tua beleza ficam sem significado!
Não sei querer-te menos a cada dia,
Não sei esquecer-te;
E nem tão pouco consigo livrar-me do doce tormento da tua voz. [a dizer que me ama]
Queria esquecer da tua ausência
E lembrar que me amas.
Queria esquecer que amo e, viver
Para me amar
Apenas porque te amo!
Magno Eugène
És a doce melodia profanada em versos insanos.
Versos que ousam dizer 'te amo'
Mas que diante da tua beleza ficam sem significado!
Não sei querer-te menos a cada dia,
Não sei esquecer-te;
E nem tão pouco consigo livrar-me do doce tormento da tua voz. [a dizer que me ama]
Queria esquecer da tua ausência
E lembrar que me amas.
Queria esquecer que amo e, viver
Para me amar
Apenas porque te amo!
Magno Eugène
Lamento
Ao cair da noite surge teu sorriso e vagas são as lembranças que tenho de mim!
O que seria do medo sem ti?
O que seria de mim sem tua doce presença a consolar-me os sentidos?
Não nego que meu medo é bobo
Muito menos que te quero feitoum louco
Pobre alma que se perde com o tempo
Pobre de mim que a ti desejo como a um tormento!
E pobre destesentimento que me guarda até que venhas!!
Que servo fiel eu sou?
Um velho e fraco amante das palavras vãs
Que não merece o quanto a que te quer
Muito menos o pouco a que te tem
Que te nega
E que te dá!
Não por mim que nada sou
Mas sim pelo que tenho
Que é quase um nada tão grande quanto eu;
Que nada sou além de tudo o que nada tenho!
Magno Eugène
O que seria do medo sem ti?
O que seria de mim sem tua doce presença a consolar-me os sentidos?
Não nego que meu medo é bobo
Muito menos que te quero feitoum louco
Pobre alma que se perde com o tempo
Pobre de mim que a ti desejo como a um tormento!
E pobre destesentimento que me guarda até que venhas!!
Que servo fiel eu sou?
Um velho e fraco amante das palavras vãs
Que não merece o quanto a que te quer
Muito menos o pouco a que te tem
Que te nega
E que te dá!
Não por mim que nada sou
Mas sim pelo que tenho
Que é quase um nada tão grande quanto eu;
Que nada sou além de tudo o que nada tenho!
Magno Eugène
sábado, 18 de julho de 2009
Kau
Algum monólogo
O que são sonhos se não ilusões vazias que se perdem no tempo? Ilusões que antes do primeiro " Eu te amo " são levadas pelo vento para qualquer lugar que não conheço, onde se perdem e com o tempo são esquecidas ou apagadas da memória. Eles dependem do ar que respiramos e de tudo que passamos e sentimos, estão sujeitos a queda. "Algo que causa grande expectativa e ansiedade, podem nos levar a dois extremos: Se alcançados, nos causam euforia; se nos negados, nos causam angústias ". Somos imperfeitos, e nem tudo que buscamos são realmente os desejos mais profundo do nosso coração, mas eu tenho certeza que passageiro ou não, eles nos fazem durmir alegrementes, e acordarmos com esperança. Quais são os teus desejos para hoje, e quais serão os teus sonhos do amanhã, eu desejo de todo coração que eles se realizem, pois você é muito especial.
Magno Eugène
O que são sonhos se não ilusões vazias que se perdem no tempo? Ilusões que antes do primeiro " Eu te amo " são levadas pelo vento para qualquer lugar que não conheço, onde se perdem e com o tempo são esquecidas ou apagadas da memória. Eles dependem do ar que respiramos e de tudo que passamos e sentimos, estão sujeitos a queda. "Algo que causa grande expectativa e ansiedade, podem nos levar a dois extremos: Se alcançados, nos causam euforia; se nos negados, nos causam angústias ". Somos imperfeitos, e nem tudo que buscamos são realmente os desejos mais profundo do nosso coração, mas eu tenho certeza que passageiro ou não, eles nos fazem durmir alegrementes, e acordarmos com esperança. Quais são os teus desejos para hoje, e quais serão os teus sonhos do amanhã, eu desejo de todo coração que eles se realizem, pois você é muito especial.
Magno Eugène
sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
Verônica decide morrer
....Por isso disse para mim mesmo: "A sorte do insensato será também a minha".
Vai, come teu pão com alegria, e bebe gostosamente o teu vinho, porque Deus já aceitou as tuas obras.
Que tuas vestes sejam brancas em todo o tempo e que nunca lhe falte perfume em tua cabeça.
Desfruta a vida com a mulher que ama, por todos os dias da vaidade que Deus te concedeu debaixo do sol. Porque esta é a tua porção na vida e no trabalho que Deus te concedeu debaixo do sol.
Segue os caminhos do teu coração e o desejo dos teus olhos, sabendo que DEUS lhe pedirá contas.
Trecho extraído de Verônica decide morrer - Paulo Coelho
Vai, come teu pão com alegria, e bebe gostosamente o teu vinho, porque Deus já aceitou as tuas obras.
Que tuas vestes sejam brancas em todo o tempo e que nunca lhe falte perfume em tua cabeça.
Desfruta a vida com a mulher que ama, por todos os dias da vaidade que Deus te concedeu debaixo do sol. Porque esta é a tua porção na vida e no trabalho que Deus te concedeu debaixo do sol.
Segue os caminhos do teu coração e o desejo dos teus olhos, sabendo que DEUS lhe pedirá contas.
Trecho extraído de Verônica decide morrer - Paulo Coelho
...........Dear Joy.............
"Eu quero andar nas ruas e perceber que existo, apenas porque vivo, e não porque te amo! Não quero pensar que tudo que vivi foi em vão e que meus conceitos são diferentes de mim, e do que sou.
Eu não quero viver pensando que poderei ser feliz mas também não quero ser feliz apenas por pensar em você.
Não quero que voltes para mim, apenas quero que vivas e sejas feliz, pois ser forte não é vencer uma batalha, é assumir suas fraquezas e tentar corrigir os seus defeitos"
Eu não quero viver pensando que poderei ser feliz mas também não quero ser feliz apenas por pensar em você.
Não quero que voltes para mim, apenas quero que vivas e sejas feliz, pois ser forte não é vencer uma batalha, é assumir suas fraquezas e tentar corrigir os seus defeitos"
sábado, 16 de fevereiro de 2008
Rosas
Muitas pessoas irão dizer que gostam de você, algumas no primeiro dia que te viu, na primeira semana, no primeiro mês, sei lá, mas algumas sofrerão como eu sofri, e só poderão dizer que te ama a distância, pela internet, mas essas pessoas sabem que o “TEMPO” é o seu melhor aliado, pois ele é o único capaz de fazer maior algo que já é grande, ou aquietar a tempestade quando causa muito estrago. Mas obrigado por me ouvir, agora me sinto em paz.
segunda-feira, 21 de janeiro de 2008
Roubei dela
Eu te vi roubando meus pensamentos e tive que ver você sorrir enquanto construía seus sonhos em minhas esperanças despedaçadas.
sexta-feira, 18 de janeiro de 2008
sexta-feira, 16 de novembro de 2007
Errei ao ser emcionante
"As vezes quando nos sentimos só percebemos que não estamos apenas solitário ou longe dos outros, percebemos que tudo aquilo que eramos se foi."
Petrolina 16 de novembro de 2008
Dia comum, nada de estranho aconteceu. Não percebi que nada mudou, e nem que algo estacionou no tempo, apenas sei que não é nada do que parece e não me incomodei. Pontos de vistas são relativos e muito complexos, ao analizar-mos alguém, tentamos descobrir uma certa identidade em meio a um monte de incertezas e inseguranças. Logo crêmos que se somos capazes de aceitar algo, também somos condicionados a desfazer algo muito bem preparado, pensamentos, ideais, pontos de vista......
Salvador 23 de Abril de 2010
O tempo passou e, junto com ele algumas observações foram feitas, mas nada de novo.
Sei que não posso ser o mesmo e que não devo tentar mudar nada, e mesmo se quizesse - Não o poderia. Mas o que fazer então? Poderia argumentar algo, enfatizar opiniões já declaras, próprias ou alheias, mas nada mais me convém, não que eu tenha perdido à vontade sobre tais coisas, mas creio que alguma espécie de ócio produtivo me fisgou a destra.
Continua.....
Petrolina 16 de novembro de 2008
Dia comum, nada de estranho aconteceu. Não percebi que nada mudou, e nem que algo estacionou no tempo, apenas sei que não é nada do que parece e não me incomodei. Pontos de vistas são relativos e muito complexos, ao analizar-mos alguém, tentamos descobrir uma certa identidade em meio a um monte de incertezas e inseguranças. Logo crêmos que se somos capazes de aceitar algo, também somos condicionados a desfazer algo muito bem preparado, pensamentos, ideais, pontos de vista......
Salvador 23 de Abril de 2010
O tempo passou e, junto com ele algumas observações foram feitas, mas nada de novo.
Sei que não posso ser o mesmo e que não devo tentar mudar nada, e mesmo se quizesse - Não o poderia. Mas o que fazer então? Poderia argumentar algo, enfatizar opiniões já declaras, próprias ou alheias, mas nada mais me convém, não que eu tenha perdido à vontade sobre tais coisas, mas creio que alguma espécie de ócio produtivo me fisgou a destra.
Continua.....
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